O Inconsciente Ótico

Saber olhar para uma fotografia é, muitas vezes, atravessar camadas temporais para que a imagem se junte ao presente daquele que a olha. Para além da simples função de documentação, a fotografia é instrumento de nossa memória visual. Ela não é apenas registro de nossa realidade social, mas também palco de nossas atuações. Neste curso, observaremos algumas imagens a partir de conceitos teóricos da fotografia e do conceito freudiano de sintoma.

Conteúdo

- A fotografia como instrumento da memória social;

- O conceito de “Punctum”, de Roland Barthes;

- O “Inconsciente ótico”, de acordo com Walter Benjamin;

- O conceito freudiano de Sintoma e a imagem como sintoma;

- Como olhamos para nossas imagens do passado.

Dúnya Azevedo (professora)

Foto: Luiza Azevedo

Doutora em Comunicação Social pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), com período sanduíche na Université Paris 1 Panthéon-Sorbonne (Paris/França); é mestre em Design pela Escola Superior de Desenho Industrial (ESDI/UERJ); possui graduação em Comunicação Social (PUC/MG). Tem experiência profissional na área de Comunicação com ênfase em Design Editorial e Fotografia. É professora universitária há quase 20 anos e atualmente leciona na Fundação Mineira de Cultura nos cursos de Mestrado em Estudos Culturais, Jornalismo, Publicidade e Propaganda. É componente do grupo de pesquisa do CNPQ: "Comunicação, Cultura e Mudança Social" e sua pesquisa atual está voltada para os regimes de sentido da imagem fotográfica e as relações entre arte, documento e memória.

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